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Prefeito assina contrato com a CEF para implantar Sala de Situação

O Projeto da ONG Vale Verde, de São José dos Campos tem o apoio da Caixa Econômica Federal e tem o objetivo de fazer o monitoramento hidrológico e organizar um Sistema de Previsão e Alerta de Cheias.

Na tarde desta quarta-feira (09/05/12), o prefeito Junior Filippo recebeu em seu Gabinete representantes da Caixa Econômica Federal para a assinatura do contrato no valor de R$ 392 mil com a AGEVAP (Associação Pró Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul).

Os recursos serão liberados nos próximos dias para a implantação da Sala de Situação e da Estação Linimétrica para Monitoramento Hidrológico e Sistema de Previsão e Alerta de Cheias.

O projeto foi elaborado pela ONG Vale Verde, de São José dos Campos em parceria com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAMA), de Guaratinguetá, e consiste na implantação de um sistema eletrônico com funcionamento em tempo real, de monitoramento dos rios no município.

Após cerimônia de assinatura do contrato, o prefeito Junior Filippo, a representante da Vale Verde, Sueleidi Prado, responsável pelo projeto, o secretário Washington Luiz Agueda e outras autoridades concederam entrevista à imprensa, dando detalhes do projeto.

Objetivos do Projeto

• Aquisição de equipamentos para a Estação Linimétrica e para a Sala de Situação, aquisição das imagens de satélite do município.

• Elaborar banco de dados em ambiente SIG (Sistema de informação Geográfica) de uso e ocupação do espaço nas bacias hidrográficas urbanas do município de Guaratinguetá, ressaltando áreas com ou sem vegetação em Área de Proteção Permanente (APP), de tal forma que as informações orientem o Plano Diretor do Município.

• Caracterizar as bacias hidrográficas urbanas em relação aos seus índices de impermeabilização com base nos padrões de ocupação (muito permeável, permeável, moderadamente permeável, pouco permeável e impermeável), elaborando um mapa do grau de impermeabilização das bacias.

• Identificar nas bacias hidrográficas as áreas sujeitas a inundação, considerando aspectos geomorfológicos, séries históricas e demais características socioambientais.

• Propor o estabelecimento de instrumentos urbanísticos de regulação da ocupação espacial nas bacias com base na identificação dos padrões de ocupação.

• Subsidiar o poder público (municipal e estadual), com programas de capacitação, quando da adoção de medidas estruturais e não-estruturais no controle dos processos de escoamento superficial, monitoramento hidrológico em tempo real e no processo de infiltração/percolação, procurando minimizar os problemas ligados às inundações e enchentes em áreas urbanas.